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Categoria Arquivos: Crises Economicas

Parcelamento eletrônico para 2011


O Estado de Minas Gerais irá liquidar seus débitos de precatórios judiciais, mediante acordos diretos com seus credores. Trata-se de uma excelente oportunidade para as empresas Mineiras. Esclareço ao leitor que os precatórios são d

ecisões judiciais sobre as quais não cabe mais recurso que servem como créditos contra a Fazenda Pública Federal, Estadual, Municipal e Distrital e suas autarquias, cujo pagamento deve ser feito em ordem cronológica de inscrição.

Com o acumulo de créditos não pagos pelos entes federativos, os precatórios tem sido utilizados judicialmente como uma forma de “compensação tributária”, como meio de reduzir a dívida pública e desonerar os contribuintes da carga tributária.

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A crise do capitalismo ainda não acabou


Em 2010 ficou claro que a crise do sistema capitalista mundial não chegou ao fim e promete novos capítulos. O processo de recuperação das economias, conforme reconheceu o FMI, é desigual, frágil e incerto. Os problemas econômicos c

onvergem com o declínio da liderança dos Estados Unidos e reforçam a necessidade de uma nova ordem monetária internacional.

Iniciada no final de 2007 com a recessão americana, a crise teve novos desdobramentos ao longo deste ano. Dois acontecimentos merecem destaque. A crise da dívida na Europa, que desperta dúvidas sobre o futuro do euro e da União Europeia, e a chamada guerra cambial, que coloca em xeque o papel do dólar no comércio internacional.

Na Europa e nos Estados Unidos, como em muitos outros países, os governos reagiram à crise injetando trilhões de dólares e euros nas economias, com o objetivo de resgatar o sistema financeiro e grandes empresas (como a GM), além de, teoricamente, contornar a recessão. Tais intervenções tiveram características e consequencias distintas nas diversas regiões e países.

Em geral, o efeito colateral do remédio é o agigantamento e a explosão dos déficits e dívidas públicas. O problema se manifesta com força e singularidade na zona do euro, onde ninguém goza de soberania sobre a política monetária e o equilíbrio fiscal dos países membros é considerado uma condição para a moeda comum.

Efeito dominó

A crise não ficou circunscrita à Grécia. A Irlanda caiu nas garras do FMI em novembro, depois de anunciar um déficit público equivalente a 32% do PIB, um recorde para o velho continente desde o pós-guerra. O rombo foi provocado por um socorro de 45 bilhões de euros aos grandes bancos. Os banqueiros foram salvos, o déficit explodiu e a conta foi apresentada aos trabalhadores.

O país que recentemente foi designado de “tigre celta”, em função do forte crescimento, amargou uma queda de 7,1% do PIB em 2009 e um avanço espetacular do desemprego nos últimos cinco anos, de 3% para 13,5% da população economicamente ativa.

A crise da dívida, agora, ameaça migrar para Portugal e Espanha.

Desequilíbrios americanos

A crise, originalmente designada de “crise do subprime”, evidenciou os crescentes e insustentáveis desequilíbrios econômicos acumulados pelos Estados Unidos, sintetizados no excesso de endividamento público e privado e na necessidade de financiamento externo.

A intervenção do governo para resgatar o sistema financeiro agravou os problemas neste sentido e não reverteu a crise no mercado de trabalho. O déficit fiscal saltou de 2,8% do PIB em 2007 para 5,9% em 2008 e cerca de 12% em 2009 e 2010.

O Federal Reserve (banco central dos EUA) também agiu emitindo 1,8 trilhão de dólares para aquisição de títulos tóxicos dos bancos ao longo de 2008 e anunciando uma nova derrama, desta vez de US$ 600 bilhões neste ano.

Inflação do dólar

Em função da posição especial que o dólar ocupa na economia mundial, como referência para contratos, preços e reservas, a decisão do Federal Reserve resultou na depreciação do dinheiro estadunidense em todo o mundo. Muitos países responderam com medidas descoordenadas para proteção de suas indústrias contra a valorização excessiva da moeda, configurando o que o ministro brasileiro Guido Mantega qualificou de guerra cambial, que pode abrir caminho a conflitos comerciais e políticos mais sérios.

É importante notar que a crise reforçou o processo de desenvolvimento desigual das nações caracterizado pelo deslocamento do poder econômico global do Ocidente para o Oriente e dos Estados Unidos para a China, que continua crescendo a taxas próximas de 10% ao ano.

Brasil

O Brasil, como outros países considerados emergentes, também se recuperou rapidamente da crise e deve concluir o ano com um crescimento de quase 8%.

Cumpre assinalar alguns problemas que projetam sombras sobre o futuro da economia nacional, associados à política macroeconômica conservadora: a instabilidade cambial, decorrente da queda do dólar e da política de câmbio flutuante; as altas taxas de juros, que contribuem para a valorização do real; a política fiscal restritiva e a evolução preocupante do déficit em conta corrente, que pode chegar a 60 bilhões de dólares em 2011, segundo previsão do Banco Central.

Fonte: Vermelho.org.br

Planejamento evita inadimplência


Os dados sobre inadimplência vêm aumentando nos últimos meses. Segundo levantamento da Serasa Experian divulgado nos últimos dias, a inadimplência avançou em novembro/2010 e já é a maior dos últimos cinco anos. Para que a situação

não se torne ainda mais grave em 2011, Antonio De Julio, especialista em finanças do Moneyfit, explica que é preciso ter cuidado, visto que estamos em dezembro e as contas com vencimento no início do ano, entre IPVA, material escolar e a fatura do cartão de crédito das compras de Natal, já precisam ser programadas para que cada cidadão inicie 2011 com as contas no “azul”.

Antonio De Julio explica que a questão da inadimplência é preocupante e por isso é preciso, na medida do possível, que cada pessoa coloque na ponta do lápis os seus gastos entre luz, água, condomínio, aluguel, prestação, cartão de crédito e cortar os gastos desnecessários.

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Malha fina de 2006 e 2007 liberada pela Receita Federal


A Receita Federal deposita nesta quarta-feira (22) nos bancos as restituições de um lote de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2006 que estava na malha fina. A correção foi de 51,06%. O lote tem 14.621 declarações. As in

formações são da Agência Brasil.

Ficaram devendo 7.022 contribuintes. Com direito à restituição, são 3.784. Não tiveram imposto a pagar nem a restituir 3.815 contribuintes.

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Sobe para US$ 64 bi previsão de rombo das contas externas no ano que vem


O Banco Central subiu nesta terça-feira (21) de US$ 60 bilhões para US$ 64 bilhões a sua previsão para o déficit em transações correntes, um dos principais indicadores do setor externo brasileiro, em 2011.

S

e confirmado, será o pior resultado da série histórica, que começa em 1947. Até o momento, o maior déficit em conta corrente foi registrado em 1998 (US$ 33,4 bilhões), de acordo com o BC.

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Servidores públicos poderão aceder a financiar sua casa própria


Um convênio com o Banco do Brasil foi assinado no dia 10 de dezembro, para que funcionários públicos municipais tenham vantagens na concessão de crédito imobiliário para a aquisição da casa própria. Os beneficiários do convênio são

funcionários públicos concursados que não possuem restrições impeditivas e estão com o limite de crédito aprovado.

O convênio celebrado propiciará aos funcionários algumas diferenciações, como a isenção da tarifa de análise jurídica, a menor taxa de juros praticada para o produto BB Crédito Imobiliário – Aquisição Pessoa Física, para as operações enquadradas no âmbito do SFH (Sistema Financeiro Imobiliário) e CH (Carteira Hipotecária), entre muitos outros benefícios que podem ser conferidos diretamente no Banco do Brasil.

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A evolução dos meios eletrônicos de pagamento


Faturamento projetado da indústria é de R$ 642 bilhões e as transações somarão 8 bilhões.

O setor de meios eletrônicos de pagamento deve crescer 20% no próximo ano, taxa que vem se mantendo constante ao long

o dos últimos seis anos. A projeção é da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), ao informar que o faturamento projetado da indústria é de R$ 642 bilhões e as transações somarão 8 bilhões.

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